terça-feira, 26 de junho de 2012


O amor é a expressão da vida divina

Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus (Lc 6:35)
Rm 8:5-6; 1 Co 12:3b; 1 Tm 1:5a
Quando consideramos Primeira Tessalonicenses, vemos que a ordem dos itens da estrutura da vida cristã descrita por Paulo começa pela operosidade da fé, seguida pela abnegação do amor, e por último a firmeza da esperança. Esses três itens podem ser interpretados, respectivamente, como: a obra da fé, o labor do amor e a perseverança da esperança.
Como vimos na leitura passada, o labor do amor é nossa necessidade atual, devendo ser praticado no viver da igreja. Tudo o que vimos acerca dos dons, ministérios e das operações do Espírito, tem por finalidade levar-nos à prática do amor.
No passado recebemos essas palavras de maneira muito doutrinária. Mas, com o passar dos anos, a vida divina foi sendo trabalhada em nosso interior, e passamos a ter real experiência do labor de amor. Contudo, embora tenhamos avançado até aqui, algumas vezes ainda nos deixamos ser influenciados pela vida da alma, por causa de nossa natureza caída. Todavia, quando invocamos o nome do Senhor, voltamos nossa mente ao espírito e desfrutamos novamente de Sua vida e paz (Rm 8:5-6). Dessa maneira, invocando o nome do Senhor, todos nós podemos nos voltar ao espírito (1 Co 12:3) e viver segundo a vontade de Deus na vida da igreja.
O amor é a expressão da vida de Deus. Isso significa que a medida do amor que temos em nós é de acordo com o crescimento da vida de Deus em nosso interior. Se quisermos medir o quanto temos da vida de Deus em nós, basta considerar o quanto amamos os irmãos, as pessoas e principalmente aqueles com quem não temos afinidade. Quanto mais a vida cresce, mais do amor será expresso em nós (Mt 5:44; 1 Pe 1:22; 1 Jo 3:16).
Por essa razão, louvamos ao Senhor por Sua longanimidade, porquanto, conhecendo nossa situação, pacientemente nos tem levado a praticar essas verdades no viver da realidade da vida da igreja.

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